A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop) informa que a operação realizada na manhã de hoje (5) na Av. Joana Angélica (Centro) foi uma ação de fiscalização programada, com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), da Polícia Militar da Bahia (PM-BA), do Corpo de Bombeiros, do sindicato e associações dos ambulantes da região. 

 

O objetivo foi assegurar ordenamento da via pública para garantir o direito de ir e vir dos pedestres e a fluidez do trânsito, o que é uma demanda da população, dos ambulantes licenciados que atuam no local e também da imprensa, que vem denunciando a situação crítica em que se encontra o local ao longo dos últimos meses.

 

Com base na Lei 5.503/99 e no Decreto 12.016/98, a Semop notificou todos os ambulantes irregulares desta região nas últimas duas semanas, como forma de alertá-los para desocuparem a via por estarem em locais proibidos, como faixas de pedestres, calçadas e a pista principal, forçando os transeuntes a andarem no meio da rua, podendo a qualquer momento ocasionar um acidente.

 

Na ação de hoje, fiscais da Semop foram coagidos e agredidos por pessoas infiltradas que se passam por ambulantes, que usaram armas como facas e facões, além de pedras. Veículos oficiais da Prefeitura foram apedrejados.

 

Após constante monitoramento das equipes de fiscalização, a Semop esclarece que entre os ambulantes trabalhadores e pais de família que atuam na região da Avenida Joana Angélica existem revendedores infiltrados, donos de caminhões, que rotineiramente descarregam produtos para revenda, colocando os próprios ambulantes e também a imprensa contra a Semop, descaracterizando a ação de ordenamento.

 

Desde o início da atual gestão, a Semop preza pelo diálogo com os ambulantes, sobretudo neste momento de crise econômica que abala o país, mas não vai permitir que impere a desordem, prejudicando toda a coletividade.

 

Aos vendedores informais não licenciados que atuam no local, a Semop dará a possibilidade de escolha em outras áreas possíveis na cidade, que estão disponíveis e que são viáveis para cada tipo de atividade, com a condição de todos se licenciem junto à Prefeitura. 

 

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